Segundo o Dr. Fernando Prado, especialista em Reprodução Humana, Membro da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM), da Sociedade Europeia de Reprodução Humana (ESHRE) e diretor clínico da Neo Vita, o estresse não deixou de ser um vilão, mas o que esse estudo mostra é que, no período de modulação do estresse, com maior controle sobre o evento estressante, as células germinativas conseguiram se adaptar para melhorar suas funções. Por isso, o estudo concluiu que o estresse influencia a aptidão reprodutiva de longo prazo. Mas isso não significa que devemos induzir eventos estressantes e, sim, que precisamos sair deles.