A Inseminação Intrauterina (IIU), popularmente conhecida como inseminação artificial, consiste em melhorar a capacidade dos espermatozoides em laboratório para injetá-los no útero. Antes do procedimento, a paciente passa pela indução da ovulação. O tratamento é utilizado nos casos em que há redução na concentração/ motilidade dos espermatozóides impossibilitando o casal de engravidar.
O uso da Inseminação Intrauterina está indicado nos casos de:
As taxas mais altas de gravidez na IIU ocorrem quando há mais de 10 milhões de espermatozoides móveis no ejaculado. A IIU raramente é eficaz e não indicada quando o total de espermatozoides móveis ejaculados forem inferiores a 5 milhões de sptz/ml.
Por outro lado, a Fertilização in vitro (FIV) é um tratamento de grande complexidade que tenta reproduzir, em laboratório, as condições adequadas para que ocorra a fecundação e as primeiras etapas do desenvolvimento embrionário similar ao que ocorre fisiologicamente no aparelho reprodutivo feminino.
Durante o tratamento de fertilização in vitro (FIV), os ovários são estimulados a fim de induzir o desenvolvimento multifolicular. Existem vários protocolos de estimulação e preparações de indutores da ovulação para ser utilizado.
A estimulação é normalmente adaptada às necessidades do paciente e individualizada com base na idade, marcadores de reserva ovariana, achados em ultrassonografias, índice de massa corporal e resposta à estimulação anterior. Quando os folículos chegam no tamanho adequado, estes são coletados e os oócitos são fertilizados.
E na última etapa os embriões em desenvolvimento permanecem armazenados em meios de cultivo de 3 ou 5 dias antes de ser realizado a transferência ou a criopreservação.
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